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Entrevista CIO da Copa do Mundo 2010

junho 5, 2010

Estava lendo a InformationWeek Brasil ,e gostei muito da entrevista que estou colocando os melhores trechos aqui :

WB – Desde quando você está responsável pelas iniciativas de TI do comitê organizador da Copa?

Moholi – Há mais ou menos dois anos.

IWB – Como fica a definição da estratégia para um evento desse porte?

Moholi – Há dois tivemos uma amostra do que teríamos durante a Copa do Mundo. Adquirimos um conhecimento profundo dos vários elementos que compõem um evento dessa magnitude durante a Copa das Confederações. Observamos como funcionam os processos, as estratégias, o plano operacional, como conduzir um evento, como se dão as rotinas, como lidar com questões como documentos, por exemplo. Os preparativos e resultados que verificamos a partir daquela “prévia” nos ensinaram lições valiosas para colocarmos em prática durante o evento.

IWB – O que você considera como pontos mais críticos encontrados na montagem do aparato de TI?

Moholi – Eu vou falar por parte da organização de TI local. Para mim, a rede é a parte mais crítica. Penso que a maneira como ela é projetada e se conectada para garantir redundância e manter-se operando. Justamente por isso, precisamos de uma infraestrutura potente. Conversei com nossos provedores para assegurar que ela será capaz de suportar todos os sistemas.

IWB – Como você trabalha esses pontos críticos no momento da Copa do Mundo?

Moholi – Para me certificar das coisas que são necessárias, realizaremos reuniões operacionais diariamente. Pela manhã, examinamos o que deu certo no dia anterior, os nossos desafios e o que ainda precisa ser feito. Assim, avaliamos o que aconteceu, definindo pontos que precisam ser trabalhados. De fato gasta-se muito tempo na preparação do evento para, durante os jogos, focamos bastante na manutenção das operações. Planejando o dia, revisando as atividades, antecipando ações e estando preparado para recuperar-se caso algo saia do esperado. Essa é a rotina.

IWB – Que aprendizado você teve até agora?

Moholi – Acho que se fosse dar aos brasileiros algum conselho, seria: deve-se gastar muito tempo planejando um evento como a Copa do Mundo. Pensando e entendendo o que precisa ser feito. Conforme avançamos, e a Copa das Confederações serve bem para dar uma dimensão do pé que estão as coisas, compreendemos os componentes necessários para o sucesso. Tendo claros os objetivos, traçada a estratégia e como ela será colocada em prática, a tecnologia deixa de ser a parte complicada do processo. Tudo depende sempre do planejamento. Uma vez tendo sido decidido o que se quer, o resto transforma-se na parte fácil do trabalho.

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Cibercrime

abril 18, 2010

Pessoal, estava lendo uma reportagem na ITWEB, sobre a apresentação em Sp do CEO e fundador da Kaspersky, Eugene Kaspersky, sobre Cibercrime, ele defende que o cibercrime atrai, pelo seguintes pontos :
* É lucrativo: “eles não falam com Gartner ou IDC, não divulgam os ganhos. Mas um cibercriminoso russo de 19 anos morreu em uma BMW 7″, ironiza. Outro exemplo foi o golpe de 229 milhões de libras aplicado a um banco inglês. “Talvez seja o maior roubo bancário, não conheço outro maior.”
* Além de lucro é fácil: “não tem contato físico com a vítima e trata-se de um software que não custa muito para desenvolver, comprar ou alugar.”
* Risco baixo: “pelo anonimato e atuação internacional. Pode ser feito em qualquer lugar e não há (ainda) uma ciberpolícia internacional.”

O que fazer para combater?

Depois de citar os motivos que atraem as pessoas para o cibercrime – até certo ponto, similares aos crimes convencionais -, Kaspersky apresentou algumas ações que, com certeza, ajudariam no combate:

* Interpol da internet: “é preciso uma polícia internacional forte, coordenada e de envolvimento dos países, mas isso leva tempo. A Interpol me informou que já há discussões para a criação de uma ciberpolícia. Isso pode acontecer, mas não neste ou no próximo ano.”
* Sistema operacional seguro: “é difícil de ser acertado, serve para mercados de nicho, como bancos e governo. Eles precisam ser seguros, mas sem perda de desempenho. A Apple tem sistema de segurança, mas são poucas. Já existem empresas desenvolvendo anti-vírus para iPhone e Android.”
* Redes Seguras: “(é possível) mas precisaria de regulamentação global e um passaporte de internet para que a ciberpolícia tenha mais ferramentas de ação.

Mas isso basta ? E algumas perguntas que estão sem respostas, quem (nação) que ficará no comando desta policia ?

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Novo jogo da Intel : Forças Invisíveis

janeiro 13, 2010

A Intel lançou em seu portal o jogo Forças Invisíveis No IT Manager 3: Forças Invisíveis, você representa o gerente de Ti de uma pequena empresa com ambições globais. Parte do seu trabalho é assegurar que os PCs desktop, laptops e servidores de todas as pessoas se mantenham funcionando adequadamente. Muitas coisas podem dar – e darão – errado. Existem várias falhas diferentes de software e hardware para resolver. Algumas vezes elas são fáceis de resolver, outras vezes não.

Para ver o jogo clique aqui .

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