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Microsoft: vamos bater o Google na nuvem

abril 3, 2010

Vice-presidente senior, Kurt DelBene, fala sobre estratégia da fabricante em aplicativos web e reforça compromisso com colaboração

“Confusa”. É assim que Kurt DelBene, vice-presidente sênior da Microsoft para o grupo Office Business Productivity, definiu a estratégia do Google em computação em nuvem para produtividade e colaboração em desktop em entrevista concedida à InformationWeek EUA.

A estratégia da Microsoft, em contraste, é focada e consistente, declara DelBene, oferecendo fidelidade completa por meio de plataformas on-premise móvel e baseada na internet. Não foi nenhuma surpresa ouvir o VP apresentar as cartas da Microsoft, como a oferta do Office na nuvem. Mas DelBene não forneceu nada que explicasse a habilidade da companhia para competir e vencer em um cenário puro de lançamentos cloud.

“O mundo híbrido é uma realidade, mas este não é nosso único ponto de diferenciação”, afirma DelBene. “Teremos uma parcela de clientes que irão puramente para o online e temos as melhores ofertas neste terreno. Outros clientes continuarão com aplicativos instalados. O real desafio será atender os consumidores que estiverem no limiar dos dois mundos, oferecendo a eles toda a flexibilidade com divisões que eles necessitam”, acrescenta.

Na questão do on-premise, a Microsoft tem muitas coisas que serão reveladas no grande anúncio programado para o mês de maio, quando novas versões de produtos como SharePoint, Office e Exchange serão apresentadas. As atualizações incluem melhora de suporte para organizações locais com conectividade extranet no SharePoint. Funcionalidades de business intelligence (BI) foram acopladas no SharePoint 2010, e a visualização de dados e opções de análises ampliadas no Excel. O Outlook, finalmente, ganha uma interface familiar à do Office, além de novas ferramentas.

A Microsoft também lançará o Office Communications Server 2010, onde a companhia conseguirá avançar em suas ambições de invadir a telefonia IP, aproveitando a popularidade do Office e SharePoint. Resposta por voz e capacidade de reconhecimento, integração com calendário e e-mail estão entre as novas experiências que a fabricante promete. A nova ferramenta Social Connector adiciona perfil pessoal e capacidades de gerenciamento.

“O Google trabalha de forma confusa e não focada nos cenários chave”, provoca. “Um dos maiores casos de uso de aplicações web é visualização de documentos. Se você recebe um anexo e não está em seu PC ainda precisará do conteúdo completo. Este é um ponto em que vamos nos diferenciar.”

Colaboração de co-autoria é outro diferencial para a Microsoft, diz DelBene, notando que os participantes de uma sessão de edição online podem usar um software baseado na nuvem ou instalado no cliente. Ele levanta ainda questões de compliance regulatório. “Os clientes acreditam na Microsoft no que diz respeito ao desenvolvimento de ferramentas para gerenciar informação e tornar esse conteúdo seguro na mesma medida em que são cobrados por isso”, acredita.

É difícil dizer o quão competitiva será a oferta online da Microsoft, já que a companhia ainda precisa detalhar sua política de preços e opões de pacote.

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Microsoft: vamos bater o Google na nuvem

abril 3, 2010

Vice-presidente senior, Kurt DelBene, fala sobre estratégia da fabricante em aplicativos web e reforça compromisso com colaboração

“Confusa”. É assim que Kurt DelBene, vice-presidente sênior da Microsoft para o grupo Office Business Productivity, definiu a estratégia do Google em computação em nuvem para produtividade e colaboração em desktop em entrevista concedida à InformationWeek EUA.

A estratégia da Microsoft, em contraste, é focada e consistente, declara DelBene, oferecendo fidelidade completa por meio de plataformas on-premise móvel e baseada na internet. Não foi nenhuma surpresa ouvir o VP apresentar as cartas da Microsoft, como a oferta do Office na nuvem. Mas DelBene não forneceu nada que explicasse a habilidade da companhia para competir e vencer em um cenário puro de lançamentos cloud.

“O mundo híbrido é uma realidade, mas este não é nosso único ponto de diferenciação”, afirma DelBene. “Teremos uma parcela de clientes que irão puramente para o online e temos as melhores ofertas neste terreno. Outros clientes continuarão com aplicativos instalados. O real desafio será atender os consumidores que estiverem no limiar dos dois mundos, oferecendo a eles toda a flexibilidade com divisões que eles necessitam”, acrescenta.

Na questão do on-premise, a Microsoft tem muitas coisas que serão reveladas no grande anúncio programado para o mês de maio, quando novas versões de produtos como SharePoint, Office e Exchange serão apresentadas. As atualizações incluem melhora de suporte para organizações locais com conectividade extranet no SharePoint. Funcionalidades de business intelligence (BI) foram acopladas no SharePoint 2010, e a visualização de dados e opções de análises ampliadas no Excel. O Outlook, finalmente, ganha uma interface familiar à do Office, além de novas ferramentas.

A Microsoft também lançará o Office Communications Server 2010, onde a companhia conseguirá avançar em suas ambições de invadir a telefonia IP, aproveitando a popularidade do Office e SharePoint. Resposta por voz e capacidade de reconhecimento, integração com calendário e e-mail estão entre as novas experiências que a fabricante promete. A nova ferramenta Social Connector adiciona perfil pessoal e capacidades de gerenciamento.

“O Google trabalha de forma confusa e não focada nos cenários chave”, provoca. “Um dos maiores casos de uso de aplicações web é visualização de documentos. Se você recebe um anexo e não está em seu PC ainda precisará do conteúdo completo. Este é um ponto em que vamos nos diferenciar.”

Colaboração de co-autoria é outro diferencial para a Microsoft, diz DelBene, notando que os participantes de uma sessão de edição online podem usar um software baseado na nuvem ou instalado no cliente. Ele levanta ainda questões de compliance regulatório. “Os clientes acreditam na Microsoft no que diz respeito ao desenvolvimento de ferramentas para gerenciar informação e tornar esse conteúdo seguro na mesma medida em que são cobrados por isso”, acredita.

É difícil dizer o quão competitiva será a oferta online da Microsoft, já que a companhia ainda precisa detalhar sua política de preços e opões de pacote.

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Cloud Mouse: navegação em 3D na nuvem

março 20, 2010

Antecipe-se e conheça um dos projetos da poderosa Microsoft para a computação em nuvens

Desde que foi inventado, em 1964, o mouse mudou pouco. Da estrutura de madeira de quase 50 anos atrás, passamos pela “bolinha”, ótico, Scroll, wireless, darkfield e só. Ao contrário dos computadores, notebooks ou monitores, o mouse quase nunca é o protagonista e, por isso, evoluiu pouco em comparação ao resto do micro.

No entanto, a Microsoft lançou durante a TechFest 2010 um protótipo que promete revolucionar a forma como navegamos. Chamado de Cloud Mouse, pois finalmente a empresa percebeu que a computação em nuvens é o futuro (já era hora!).

O 3D é a bola da vez

Com o Cloud Mouse será possível navegar pelo computador ou internet como se estive em um grande túnel. Ao mover o mouse para determinados lugares, novos ângulos de visão de aplicativos, perfis em redes sociais, imagens e muito mais são possíveis, dando a impressão de que você está imerso na tela.

A Microsoft Research Asia e a Microsoft Research Cambridge (centros de pesquisa e inovação da empresa) apostam que a nuvem será um ambiente rico onde as experiências imersivas serão extremamente envolventes. Por isso, o projeto Cloud Computing: New Cloud-Computing Interaction (Computação em Nuvem: Nova Interação na Computação em Nuvem, em tradução livre) investe nesse conceito e aposta no desenvolvimento da tecnologia 3D para sair do papel.

Mas Como ?

No vídeo a seguir é possível ter uma ideia de como o Cloud Mouse vai funcionar. Apesar de ser demonstrado em um ambiente em 2D, você já deve ter percebido que os monitores, televisores e muitos outros equipamentos tendem a trazer o 3D para o nosso cotidiano. Por isso, é questão de tempo para que os ambientes em três dimensões populares se tornem populares.

Será este o futuro do nosso amigo mouse ?

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